18 temporadas. 250+ famílias. R$ 15.8 milhões em prêmios. Uma máquina de audiência que domina os domingos brasileiros — e ainda tem potencial inexplorado para se tornar um fenômeno multiplataforma.
Quadro do Domingo Legal (SBT) em parceria exclusiva com a Havan. O maior caso de branded content da TV aberta brasileira.
Simplicidade que gera emoção: corrida contra o tempo + quiz de tudo ou nada
4 membros com história inspiradora
R$ 80.000 em produtos Havan
Estratégia + velocidade + escolhas
Quiz de conhecimentos gerais
Errou = perde o prêmio
Por que esse formato sobrevive há 18 temporadas enquanto outros morrem na 2ª
Diferente de prêmios em dinheiro (abstratos), aqui a família vê, toca e escolhe o que quer. Geladeira, sofá, TV, bicicleta pro filho. A emoção é concreta. O telespectador se projeta: "O que EU levaria?"
30 minutos correndo numa megaloja cria tensão natural, decisões erradas, estratégias improvisadas, drama orgânico. O tempo é o antagonista perfeito — não precisa de roteiro.
As famílias são escolhidas por suas histórias. Isso gera identificação emocional ANTES da corrida começar. O telespectador torce porque conhece a história.
A Havan não é só patrocinadora — é o CENÁRIO. O programa é um showroom de 90 minutos onde cada produto ganha tela. O modelo mais sofisticado de branded content da TV brasileira.
A tensão de perder tudo em uma pergunta errada é devastadora. O público segura a respiração. É a mesma mecânica de "Quem Quer Ser um Milionário" aplicada a produtos físicos.
Família assiste família. O domingo, a TV ligada, o almoço — o programa se encaixa perfeitamente no ritual brasileiro do domingo.
Cada episódio é uma família diferente, uma história diferente, uma estratégia diferente. O formato nunca envelhece porque o conteúdo humano muda toda semana.
18 temporadas. Audiência crescendo. Isso cria credibilidade com anunciantes, emissora e público. Não é modismo — é uma máquina validada.
O que está impedindo o programa de se tornar um fenômeno multiplataforma
Depois de 250+ episódios, o arco é previsível: história triste → corrida na loja → quiz → choro. O telespectador sabe EXATAMENTE o que vai acontecer. Falta o elemento de surpresa dentro da estrutura.
As 7 perguntas de conhecimentos gerais não têm NENHUMA relação com a corrida, os produtos ou a família. É um quiz qualquer colado numa corrida de compras. Dois formatos diferentes grudados, não integrados.
A corrida de 30 minutos em tempo real é esticada para 90 com intervalos, VTs e comentários. Para TV aberta domingueira funciona, mas para o digital é impraticável.
Sem canal próprio forte no YouTube. Sem clips otimizados para TikTok/Reels/Shorts. Sem play-along. Sem segunda tela. Um programa com 15 milhões de espectadores que desperdiça 100% do potencial digital.
O telespectador só assiste. Não vota, não opina, não joga junto, não influencia nada. Em 2026, isso é um desperdício monumental de engajamento.
Toda a receita vem da Havan. Não há app, e-commerce integrado, "compre o mesmo produto" em tempo real, nem experiências ao vivo em lojas.
A família corre e pega o que quer. Não há trade-offs, dilemas, nem escolhas estratégicas forçadas. "Pegar tudo que couber" não é estratégia — é só velocidade.
Mecânicas internacionais que o CBLM pode absorver sem perder sua essência
| Programa | País | Alcance | Mecânica para Absorver |
|---|---|---|---|
| Supermarket Sweep | 🇺🇸 EUA/UK | 20+ países | Quiz ANTES da corrida que determina vantagens (mais tempo, áreas VIP). Conecta quiz com corrida. |
| The Price is Right | 🇺🇸 EUA | 40+ países | "Acerte o Preço" — família estima valor dos produtos. Acertou na margem = bônus. Educação financeira + drama. |
| Quiz with Balls | 🇳🇱 Holanda | 10 países | Consequência física da resposta errada — algo visualmente dramático acontece, não apenas "perde". |
| Moneybags | 🇬🇧 UK | Channel 4 | Esteira de valor — produtos passam e família decide pegar ou deixar. Pegar errado = perde tudo. Dilema velocidade vs estratégia. |
| Takeshi's Castle | 🇯🇵 Japão | 30+ países | Obstáculos físicos no caminho dos produtos. Não basta correr — tem que superar desafios para acessar áreas da loja. |
| LEGO Masters | 🇦🇺 Austrália | 20+ países | Desafio criativo dentro do tempo — família não só pega, mas monta algo (decorar cômodo) que é julgado. |
Mantendo a essência familiar e emocional. Adicionando as camadas que faltam.
A cada 5 minutos, o relógio PARA e uma pergunta aparece no telão da loja. Acertou = ganha 3 minutos extras OU desbloqueia área premium. Errou = perde 2 minutos. O quiz vira parte da experiência, não um apêndice.
Depois da corrida, a família estima o valor total do carrinho. Acertou dentro de 10% = bônus de R$ 20.000. Errou por mais de 30% = perde um produto. Educação financeira + drama novo.
Na seção de eletrônicos, pergunta sobre tecnologia. Na seção de cozinha, pergunta sobre culinária. Conecta o quiz ao contexto físico da loja.
No meio da corrida, Celso oferece: "Troque TUDO que pegou até agora por UM produto mistério que vale entre R$ 5.000 e R$ 30.000." Dilema puro. Drama televisivo instantâneo.
Uma seção com produtos premium (eletrônicos caros, móveis de luxo) está TRANCADA. Só abre se a família acertar uma pergunta-chave no meio da corrida. Objetivo dentro do objetivo.
Em vez de pegar tudo, a família tem UM carrinho com espaço limitado. TV de 65" OU 15 produtos menores? Força estratégia real e gera debate entre os membros da família.
App ou QR Code na tela: telespectador responde as mesmas perguntas da família. Quem acertar mais concorre a vales-compra Havan de R$ 5.000. 15 milhões de espectadores viram jogadores ativos + cadastros para Havan.
A família recebe duas opções (produto A ou B). O telespectador vota ao vivo pelo app. O mais votado entra como bônus. Primeira interação real público-programa.
Cortar cada episódio em 5-8 clips de 30-60 segundos: corrida desesperada, resposta errada, choro da vitória, momento surpresa. Publicar no TikTok/Reels/Shorts. Cada episódio alimenta uma semana inteira de conteúdo.
Edição de Natal (R$ 100k), Volta às Aulas (materiais + tech), Celebridades (prêmio pra instituição), Duelo (duas famílias ao mesmo tempo). Cada especial é um evento com audiência garantida.
Dificuldade vs. impacto em cada frente: audiência, digital e valor para a Havan
| Melhoria | Dificuldade | Audiência TV | Impacto Digital | Valor p/ Havan |
|---|---|---|---|---|
| Quiz durante a corrida | ||||
| Acerte o Preço | ||||
| Play-along App | ||||
| Troca ou Fica | ||||
| Área VIP Trancada | ||||
| Clips para Redes | ||||
| Episódios Especiais | ||||
| O Povo Decide |
Onde está forte, onde está fraco — e onde o potencial não realizado é ENORME
Sem mudar a essência. Adicionando as camadas que faltam para 2026.
Acabar com a separação artificial entre os dois blocos. O quiz acontece DENTRO da corrida, criando consequências em tempo real. Cada resposta muda o jogo. O programa vira uma experiência contínua, não dois formatos colados.
15 milhões de espectadores virando jogadores ativos. Respondem junto, votam, competem por vales-compra. A Havan ganha milhões de cadastros qualificados. O programa vira gerador de leads — não só de audiência.
Cada episódio de 90 minutos gera 5-8 clips virais de 30-60 segundos. Multiplicam o alcance sem custo adicional. Alimentam TikTok, Reels, Shorts, WhatsApp. O programa trabalha 7 dias por semana, não só no domingo.
O "Comprar é Bom, Levar é Melhor" é uma máquina de emoção e audiência que funciona há 18 temporadas. Mas está operando como um programa de 2017 em 2026. As mecânicas são as mesmas, a integração digital é zero, e o telespectador participa apenas como voyeur.
Com essas três mudanças, o programa não muda sua essência — continua sendo familiar, emocional, aspiracional. Mas ganha as camadas que faltam para ser um fenômeno multiplataforma.